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Seguindo as idéias de Sankaran, esta é uma Matéria Médica Situacional, ou seja, o entendimento do medicamento está baseado em como o paciente vivencia sua ilusão.
A idéia do autor de compreender um remédio é agarrar a conexão que une seus sintomas inumeráveis: a ilusão básica, sua fonte (reino), o miasma a que pertence, seus sintomas - tudo deve ser compreendido como aspectos de um único todo, se nós queremos começar mesmo a compreender verdadeiramente um remédio. É a tentativa do autor de seguir destas conexões que distingue este trabalho de outras Matéria Médicas.
O material apresentado aqui foi observado e confirmado em própria prática do Dr. Sankaran, e é um material o qual ele confia. Ele não incluiu os remédios que ele tem pouca experiência ou conhecimento. O Dr. Sankaran tentou exprimir o sentimento mais interior ou a ilusão básica do remédio ao conectar-se à situação, à origem, ao miasma e ao reino. As rubricas e os sintomas físicos citados são aqueles observados repetidamente e usados freqüentemente para confirmar o remédio prescrito.
Há um conceito errôneo que o Dr. Sankaran força os sintomas mentais e emocionais à exclusão de sintomas físicos. Isto é um EQUÍVOCO. Se ele parece falar freqüentemente ou exclusivamente do estado de mental/emocional, é porque para compreender isto, requer alguma introspecção no paciente assim como o remédio e isto é mais difícil do que anotar sintomas físicos. Entretanto na prática, ele dá bastante importância aos sintomas físicos, ao diagnóstico e as modalidade que têm que ser combinados com os do remédio. Dar um remédio somente baseado na vaga idéia do retrato mental é certo que prescrição irá falhar. Tal procedimento é arriscado e certamente não é recomendável seguir.
[Edição 1977 | Brochura | 236 pag ]
A idéia do autor de compreender um remédio é agarrar a conexão que une seus sintomas inumeráveis: a ilusão básica, sua fonte (reino), o miasma a que pertence, seus sintomas - tudo deve ser compreendido como aspectos de um único todo, se nós queremos começar mesmo a compreender verdadeiramente um remédio. É a tentativa do autor de seguir destas conexões que distingue este trabalho de outras Matéria Médicas.
O material apresentado aqui foi observado e confirmado em própria prática do Dr. Sankaran, e é um material o qual ele confia. Ele não incluiu os remédios que ele tem pouca experiência ou conhecimento. O Dr. Sankaran tentou exprimir o sentimento mais interior ou a ilusão básica do remédio ao conectar-se à situação, à origem, ao miasma e ao reino. As rubricas e os sintomas físicos citados são aqueles observados repetidamente e usados freqüentemente para confirmar o remédio prescrito.
Há um conceito errôneo que o Dr. Sankaran força os sintomas mentais e emocionais à exclusão de sintomas físicos. Isto é um EQUÍVOCO. Se ele parece falar freqüentemente ou exclusivamente do estado de mental/emocional, é porque para compreender isto, requer alguma introspecção no paciente assim como o remédio e isto é mais difícil do que anotar sintomas físicos. Entretanto na prática, ele dá bastante importância aos sintomas físicos, ao diagnóstico e as modalidade que têm que ser combinados com os do remédio. Dar um remédio somente baseado na vaga idéia do retrato mental é certo que prescrição irá falhar. Tal procedimento é arriscado e certamente não é recomendável seguir.
[Edição 1977 | Brochura | 236 pag ]

